Julio Benck
Julio Benck
14 dez, 2017 - 10:02
sedãs que mais se desvalorizaram

Sedãs que mais se desvalorizaram em 2017

Julio Benck

Com base nos principais portais automotivos, destacamos os sedãs que mais se desvalorizaram ao longo do ano de 2017. Confira e surpreenda-se!

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Os sedãs que mais se desvalorizaram em anos anteriores podem ser aquisições contraindicadas, se a intenção é revendê-los rápido. Normalmente, no primeiro ano de fabricação, o carro acumula maior depreciação, que vai diminuindo com o passar dos anos.

Nessa lista inglória, os modelos não figuram na lista dos mais vendidos, embora um ou outro possa apresentar boa performance comercial. Depreciação não significa, necessariamente, que o carro seja ruim. Isso porque existem fatores externos que influenciam na perda de valor, como por exemplo, quando um modelo sai de linha ou é lançada uma versão superior.

Carros de luxo e super luxo também costumam figurar nas listas de carros mais desvalorizados. Uma possível explicação para isso é a elevadíssima exigência dos motoristas que compram carros desse segmento. Como se tratam de modelos para quem tem alto poder aquisitivo, é muito mais fácil ficarem defasados em relação a modelos mais novos.

Se você gosta de sedãs e quer garantir uma boa revenda, acompanhe o artigo até o final. Destacaremos os modelos que mais perderam valor em 2017, de acordo com as avaliações dos principais portais automotivos do Brasil.

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Os 12 sedãs que mais se desvalorizaram em 2017

Conheça os sedãs que mais se desvalorizaram ao longo do ano, e pense duas vezes antes de comprar qualquer um desses modelos, afinal, você poderá perder dinheiro.

1. Audi A4 Ambiente 1.8 TSFi: – 27,8%

Carros de luxo, não raro, perdem muito de seu valor de mercado, em função da elevada exigência do consumidor. Foi o que aconteceu com o Audi A4 de 2016 para 2017, um grande carro, mas que sofreu alta depreciação.

2. Renault Fluence Privilege 2.0 AT: – 25,9%

Como carro fabricado por uma montadora francesa, o sedã Fluence já tem uma tendência natural a ter depreciação alta. Se somarmos a isso o fato de ser um carro destinado a um público seleto, temos um potencial campeão de desvalorização.

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3. Audi A6 2.0 TSFi: – 24,6%

Na mesma linha do Audi A4, o Audi A6 paga um preço alto por ser um carro de luxo. De 2016 para 2017, o sedã de luxo da subsidiária da BMW foi um dos campeões de depreciação.

4. Fiat Siena Sublime 1.6 16V Dualogic: – 23,7%

No caso do Fiat Siena, é fácil identificar a razão pela qual sofreu grande depreciação. Retirado de linha em 2017, ainda ganhou uma sobrevida, na forma do Fiat Grand Siena. Anunciado para 2018 em nova versão, o Siena busca dias melhores.

5. JAC J5:1.5 – 23,3%

Como em quase toda lista de carros que se destacam negativamente tem um modelo chinês, nessa não poderia faltar um representante. O J5 também já apareceu na lista da Agência Autoinforme entre os sedãs que mais desvalorizam.

6. Ford Focus Sedan Titanium Plus 2.0 AT – 23,2%

Para alguns motoristas, o Ford Focus é um carro injustiçado. Fato é que, para um carro de seu segmento, ele concorre com modelos superiores, principalmente os sedãs japoneses.

7. Hyundai Elantra Top 2.0 – 23,0%

No último ranking divulgado pela Agência Autoinforme, o Elantra já marcava presença. Em 2017, ele continua firme e forte entre os sedãs que mais se desvalorizaram.

8. BMW 320i M Sport Turbo – 22,6%

Ser carro de luxo não é fácil, afinal, a desvalorização é muito maior quando se tem um público super exigente.

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9. Renault Logan Avantage 1.6 – 21,5%

Para um sedã na sua faixa de preço, abaixo dos R$ 50 mil, não deixa de surpreender a desvalorização do Logan. Parece que é mais um a sofrer o efeito da imagem ruim das montadoras francesas e seu pós-venda traumático.

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10. Audi A7 3.0 V6 TFSi Quattro S-Tronic – 20,8%

O A7 Quattro S-Tronic parece ter sentido o baque pelo lançamento do A7 Sportback em 2017. O reflexo imediato é a depreciação sofrida no último ano.

11. Ford Fusion Hybrid 2.0 – 20,4%

O apelo ecológico dos carros híbridos parece ainda não ter sensibilizado os motoristas brasileiros. E olha que o carro mais econômico do Brasil, o Toyota Prius, é um legítimo híbrido.