Poupança ainda é principal investimento para finanças pessoais

Para ter as finanças pessoais equilibaradas, a ordem é poupar sempre. Mas isso não faz da velha caderneta de poupança o melhor investimento financeiro. Ainda assim, apenas 6% dos brasileiros que poupam investem em fundos e ações.

Poupar ainda é um desafio para os brasileiros. Emborar a regra “gastar menos do que se ganha” pareça simples, na prática é um pouco difícil de aplicar, sobretudo quando se tem o orçamento apertado e as finanças pessoais desequilibradas.

 

Quando não se tem uma reserva financeira, qualquer imprevisto, como uma ida inesperada à oficina mecânica ou uma viagem de emergência, pode comprometer meses do orçamento. Por isso, a indicação dos especialistas é que se poupe periódica e continuamente, para ter, ao menos, como socorrer-se de um imprevisto.

 

Uma maneira de começar a fazer uma poupança é fazer um mapeamento das despesas fixas e variáveis, avaliar o que de fato é importante e essencial, e tentar reduzir nos custos do que for possível para conseguir poupar ao menos 7% mensalmente do seu rendimento.

 

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A falta de informação e educação financeira, além de prejudicar as finanças pessoais, ainda leva os brasileiros que conseguem poupar a investir quase sempre na velha caderneta de poupança. Poucos são os que procuram outros tipos de aplicações financeiras, com redimentos maiores, para fazer o dinheiro render.

 

De acordo com uma pesquisa do Fecomercio, hoje apenas cerca de 16% dos brasileiros poupam dinheiro. Destes, 80% investem na poupança, outros 14% guardam o dinheiro em casa, enquanto somente 6% apostam em fundos de investimento ou ações.

 

Por outro lado, se a cultura do investimento ainda não foi adotada no Brasil, já é muito positivo que mais pessoas comecem a fazer algum tipo de poupança. Isso mostra uma maior consciência financeira por parte dos brasileiros e uma retração da euforia consumista, que levou a altos índices de inandimplência e a um afogamento das finanças pessoais, principalmente da classe média.

 

Para muitas pessoas que não têm disciplina financeira e acabam por gastar tudo o que ganham sem fazer nenhum tipo de investimento ou economia, comprometer-se com o pagamento de bens parcelados pode ser uma boa maneira de conquistar algum patrimônio. Há quem invista em financiamentos e consórcios de carros ou imóveis como uma forma de poupança forçada, ainda que não sejam opções propriamente rentáveis.

 

Vale lembrar que o tempo é um aliado de quem poupa e nunca é tarde para começar.

 

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