Renda per capita média e economia doméstica crescem 2,7% no país

Com o aumento dos rendimentos mensais, brasileiros preferem equilibrar a economia doméstica e pagar as dívidas a continuar comprando. 

No primeiro semestre, as vendas no varejo foram quase 5% inferiores do que o mesmo período do ano passado. Esta queda no consumo deve-se à inflação e às dívidas que foram contraídas no forte ciclo do consumo brasileiro, em 2010. A previsão agora é de calmaria e não mais de euforia consumista, pois a economia doméstica já está bastante comprometida.

 

A expansão da classe média, a empregabilidade, a estabilização dos preços e o estímulo do governo ao consumo, com facilidades de crédito, foi o que alavancou as vendas do varejo. Mas a situação econômica agora é instável. Ainda assim, de acordo com os dados da fundação Getúlia Vargas, a renda per capita do brasileiro aumentou de 2,7% em 12 meses, melhorando a economia doméstica de milhares de famílias. O crescimento gradativo dos rendimentos na última década diminuiu a desigualdade. Hoje, apenas 1% da população brasileira ainda faz parte da classe E e a expectativa é que 60% da população brasileira faça parte da classe C em 2014.

 

ECONOMIA DOMÉSTICA: MENOS CONSUMISMO, MAIS INVESTIMENTO

Apesar do setor de varejo e serviços estar em baixa, os brasileiros têm apostado em investimentos e compras programadas. Prova disso, é que o setor de consórcios cresceu 9,6% no primeiro semestre, novimentando mais de 40 bilhões em negócios. Os segmentos de consórcio de carro e consórcio de moto continuam sendo os mais procurados.

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