Brasileiros estão desistindo de planos de saúde devido ao aumento do preço dos contratos

Em setembro diversos brasileiros romperam contrato com as empresas de plano de saúde devido a falta de regulamentação por parte da Agência Nacional de Saúde.

Em setembro deste ano, o Ministério Público Federal (MPF) solicitou à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que regulasse os planos de saúde de forma geral. Isto pelo fato de que os planos individuais serem regulamentados pela agência e aqueles coletivos, de acordo com a empresa que o representa. Ou seja, há correções anuais nas respectivas mensalidades de forma arbitrária, visando apenas o lucro da empresa em si.

Não é apenas a falta de regulamentação

Outro aspecto que contribui e ao mesmo tempo tem relação com esse índice é a crise econômica que o país atravessa e, que tem consequências diretas no bolso dos consumidores. O aumento da taxa de desemprego e a instabilidade financeira fez com que muitos clientes de planos de saúde optassem por romper o contrato por receio ou dificuldades de manter o plano.

Em números

De acordo com o levantamento realizado pelo Idec, o número de desistentes (retração) foi de 0,1% ou 47,3 mil beneficiários nos planos coletivos, que são aqueles mantidos pelas empresas para os seus funcionários. Já com relação aos planos coletivos por adesão 0,9%, com registros de saída de mais de 61 mil beneficiários.

O levantamento realizado pela entidade sem fins lucrativos Iess – Instituto de Saúde Suplementar – registrou em setembro, de forma geral, uma queda de 0,3% quando comparado com o mesmo perído do ano anterior. Para se ter uma ideia do panorama geral, 164,4 mil em um total de 50,26 milhões de beneficiários.

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