Carro roubado: o que fazer neste caso e como identificar

Teve seu carro roubado ou furtado? Comprou um veículo ilegal? Veja quais procedimentos devem ser feitos para solucionar a situação o mais rápido possível.

Com o aumento desenfreado da criminalidade e impunidade diante de roubos e furtos, é cada vez mais comum ser vítima ou conhecer alguém que teve o carro roubado. Ainda que existam diversas maneiras preventivas de evitar a ocorrência, elas não possuem hora nem local específicos para acontecer, muito menos pudores para que o veículo roubado seja passado adiante em uma venda a cidadãos honestos. Portanto, veja o que deve-se fazer diante uma situação como as citadas anteriormente.

O que fazer quando o carro é roubado ou furtado

Desespero, sensação de estar sem chão e negação em acreditar o que está acontecendo; essas são apenas algumas das reações que só quem já teve seu carro roubado ou furtado sabe explicar. Diante da situação onde ficamos de mãos atadas para encontrar uma solução e a cegueira do momento é de extrema importância procurar manter a calma e seguir alguns procedimentos simples, mas que precisam ser feitos para aumentar as chances de reaver seu veículo.

O primeiro passo, assim que o proprietário se der conta do furto ou estiver em local seguro após ter seu carro roubado, é discar 190 e comunicar a Polícia Militar sobre o ocorrido e solicitando que o alerta seja dado; lembre-se de fornecer dados como o local, horário, características do veículo e quaisquer informações que achar conveniente. Caso os oficiais da polícia não estejam indo ao seu encontro, vá a Delegacia de Roubos e Furtos da Polícia Civil mais próxima e efetue também um boletim de ocorrência (BO) antes de totalizadas 24 horas, especificando todas as informações que se lembrar no momento, inclusive as que julgar de baixa importância.

A seguir, ainda dentro do prazo de um dia, a vítima deve registrar a ocorrência também junto a uma unidade do Detran local. Lembrando que em caso de furto (onde não há contato entre a vítima e o criminoso), é possível efetuar todo o procedimento de registro pela internet, através da Delegacia Eletrônica do seu estado; roubos (onde existe ameaça ou agressão) também podem ser relatados virtualmente, mas nestes casos recomenda-se ir pessoalmente a uma unidade policial. A Polícia Rodoviária Federal também pode ser comunicada através de um alerta virtual disponibilizado no site, auxiliando a agilizar as buscas.

Com todos os registros e alertas feitos à Polícia Civil e Militar, é hora de acionar o seguro, caso o possua, comunicando também a situação. Durante esse contato é importante ter em mãos seus dados pessoais, dados sobre o veículo e a cópia do boletim de ocorrência, pois sem esse documento não há possibilidade de reembolso da seguradora, caso seu veículo não seja encontrado. Após a comunicação ao seguro, este terá 30 dias para concluir o processo de indenização; se o carro for reavido, são cobertos eventuais reparos, mas se o segurado já tiver sido indenizado antes de encontrado o veículo, este ficará sob posse da seguradora.

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E quando se compra um carro roubado?

Pode parecer demasiado descuido quando ouvimos tantos relatos sobre a compra de um carro roubado onde o proprietário julgava conhecer a procedência, mas esta é uma questão a que todos estamos suscetíveis e onde todo o cuidado é pouco para identificar esses veículos.

Com tamanho número de casos, foram desenvolvidas diversas ferramentas, como sites e aplicativos para smartphone onde o usuário pode fazer a consulta do veículo e obter informações relevantes como se, por exemplo, este é roubado. Atualmente, o aplicativo e também portal mais utilizado e preciso para obter tal informação é o Sinesp Cidadão, o qual possui acesso direto ao banco de dados do Denatran e pode acusar se o veículo é ou não roubado a partir de sua placa. O app está disponível para AndroidWindows Phone e iOS.

Caso suas buscas retornem o sinal positivo para ter comprado um carro roubado, não tente se desfazer dele, pois a revenda pode se caracterizar como crime de estelionato. Reúna todos os documentos e provas de compra e encaminhe-se para a Delegacia de Polícia Civil; pode ser um comprovativo de transferência ou qualquer outro meio que reafirme sua posição como vítima nesta situação. Faça um boletim de ocorrência para provar que não agiu de má fé e guarde-o para uma possível necessidade de abrir processo judicial contra a loja ou o vendedor que lhe ofereceu o veículo. No caso de a compra ter sido realizada em uma concessionária, o Procon pode ser acionado para dar continuidade no caso.

Vale a pena investir em seguros e rastreadores de carro?

Diante de um índice crescente e a dificuldade em reaver os veículos, investir em um seguro contra roubo e furto pode ser vantajoso, assim como a instalação de rastreadores. A maior vantagem dessa modalidade é o custo, relativamente menor que um seguro de abrangência mais completa.

É importante ressaltar que esse tipo de seguro cobre apenas as ocorrências de roubos, furtos e, eventualmente, explosões; pode-se ter em algumas ocasiões o acesso à assistência 24 horas. Porém, em caso de acidentes, o proprietário fica impossibilitado de exigir quaisquer coberturas. Instituições como o Itaú, a BPN Paribas Cardif e o grupo Porto Seguro são alguns exemplos de onde pode-se encontrar essa modalidade de seguro.

No caso dos rastreadores veiculares, o proprietário pode adquiri-lo em variações com ou sem mensalidade, além da possibilidade de inclusão de um seguro básico contra roubo e furto. Com a opção mensal, estão inclusos serviços de monitoramento, emissão de relatórios, localização e bloqueio do veículo, entre outros. Entre as empresas que oferecem o serviço de seguro e rastreador no mesmo pacote podemos citar a Ituran, Positron, Siggo e Segsat.

Já o rastreador sem mensalidade funciona sob total responsabilidade do proprietário e pode ser sincronizado a um smartphone a fim de acompanhar a localização do veículo via GPS. Em alguns casos, o equipamento também pode vir com a funcionalidade de bloqueio veicular.

 

50º lugar: Mitsubishi Pajero
Número de sinistros: 316
Veículos segurados: 41.917
49º lugar: VW Volkswagen Golf
Número de sinistros: 325
Veículos segurados: 27.808

 

50º lugar: Mitsubishi Pajero 50º lugar: Mitsubishi Pajero
Número de sinistros: 316 Número de sinistros: 316
Veículos segurados: 41.917 Veículos segurados: 41.917
49º lugar: VW Volkswagen Golf 49º lugar: VW Volkswagen Golf
Número de sinistros: 325 Número de sinistros: 325
Veículos segurados: 27.808 Veículos segurados: 27.808

 

50º lugar: Mitsubishi Pajero 50º lugar: Mitsubishi Pajero
Número de sinistros: 316 Número de sinistros: 316
Veículos segurados: 41.917 Veículos segurados: 41.917
49º lugar: VW Volkswagen Golf 49º lugar: VW Volkswagen Golf
Número de sinistros: 325 Número de sinistros: 325
Veículos segurados: 27.808 Veículos segurados: 27.808
48º lugar: GM Chevrolet Cobalt 48º lugar: GM Chevrolet Cobalt
Número de sinistros: 335 Número de sinistros: 335
Veículos segurados: 35.977 Veículos segurados: 35.977
47º lugar: VW Volkswagen Crossfox 47º lugar: VW Volkswagen Crossfox
Número de sinistros: 338 Número de sinistros: 338
Veículos segurados: 40.447 Veículos segurados: 40.447
46º lugar: Renault Clio 1.0 46º lugar: Renault Clio 1.0
Número de sinistros: 354 Número de sinistros: 354
Veículos segurados: 52.260 Veículos segurados: 52.260
45º lugar: Hyundai Tucson 45º lugar: Hyundai Tucson
Número de sinistros: 389 Número de sinistros: 389
Veículos segurados: 44.037,77 Veículos segurados: 44.037,77
44º lugar: GM Chevrolet Astra 44º lugar: GM Chevrolet Astra
Número de sinistros: 407 Número de sinistros: 407
Veículos segurados: 53.938 Veículos segurados: 53.938

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